É bastante provável que você conheça alguém a favor da descriminalização do aborto e das drogas. Alguém que defenda a estatização de empresas, abomine o livre mercado e discurse sempre contra a iniciativa privada.Você deve conhecer alguém que não acredite no direito do cidadão de auto-defesa e apoie o desarmamento civil, além de discordar completamente da moralidade cristã e pregar o fim do capitalismo opressor.
Você certamente conhece alguém que aprove a intervenção do Estado nos mais variados assuntos e que não tenha medo de dividir a sociedade entre "nós" e "eles", "homens" e "mulheres", "ricos" e "pobres" ou qualquer outra forma de segregação social.
A verdade é que você deve, sim, conhecer alguém exatamente desse jeitinho, igualzinho ao Jean Wyllys, do Partido Socialista, Lula, do Partido dos Trabalhadores, ou Adolf Hitler, do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, que se posicionou exatamente dessa maneira durante todo o seu governo.
Portanto, quando um esquerdinha lhe chamar de nazi-fascista só por defender a liberdade, a família e a vida, lembre-se de que ele é apenas mais um cumpridor das ordens de Lênin, que orientava sem frescura e com muita clareza: Acuse-os do que você faz e chame-os do que você é!
Nazista, coleguinha de esquerda... É você!
