"Todos nós queremos o progresso. Progredir, porém, é aproximarmo-nos de um lugar aonde queremos chegar. Se você tomou o caminho errado, não vai chegar mais perto do objetivo se seguir em frente. Para quem está na estrada errada, progredir é dar meia volta e retornar a direção correta; neste caso, a pessoa que der meia-volta mais cedo será a mais avançada. [...] Penso que se examinarmos o estado atual do mundo, é bastante óbvio que a humanidade cometeu um erro. Tomamos o caminho errado. Se for assim, devemos dar meia-volta. Voltar é o caminho mais rápido". C.S Lewis, Cristianismo Puro e Simples.

sábado, 12 de março de 2016

Restringindo o poder das mulheres: cotas para a política


Nos últimos tempos, ampliou-se os debates e discussões acerca do sistema de cotas na política para as mulheres. Os defensores da medida alegam que há uma forte discriminação para a entrada das mulheres para as casas legislativas, mostrando-nos o baixo número delas no congresso. Enfrentaremos o tema de forma sintética.


Aqui não nos caberá investigar os fatos e precedentes históricos que levou-nos a este estado em que os homens são maioria na vida pública. Deixaremos para outro momento. Como já foi dito, iremos de forma sintética explorar os efeitos práticos e imediatos de tal medida. 

Para compreender o tema será necessário entender três pontos:

1. O modo de chegar ao poder público é o voto e não há nenhum impedimento para as mulheres se candidatarem e concorrerem. 

2. Se as mulheres assumirem maior espaço nos cargos legislativos, não necessariamente as cidadãs brasileiras estarão melhor representadas. Basta observar que em várias votações no plenário as deputadas e senadoras votaram contra a mulher. Ex: auxílio para as viúvas por assassinato. 

3. Aqui está o ponto mais importante: se as eleitoras brasileiras quiserem votar em algum homem, seus votos valerão menos que os de outras pessoas que votarem em mulheres? É isso mesmo? Estão tirando poder das mulheres, em sua maioria, decidirem? Óbvio que muitas moças queiram votar em deputados e senadores, pois, a política trata-se de ideias e projetos. Não se trata de gênero. Quem vota em algum por ser rico, pobre, preto, branco, mulher ou homem é, absolutamente, um idiota. Caso alguém diga-lhe: "voto em mulher por ser mulher." Responda prontamente: "então, qual o problema de um empresário contratar alguém por ser homem?" 

Nosso país passa por momentos difíceis graças à classe política. Aumentar o número de mulheres não significa aumentar a qualidade. É preciso de mecanismos que melhorem qualitativamente. 

Concluindo, observamos que este projeto não visa beneficiar as mulheres. Aliás, visa beneficiar as mulheres dos partidos, que gerem apenas seus próprios interesses. Encontram a forma de se perpetuar no poder. 

Caro leitor, deixe-nos sua opinião nos comentários. 

4 comentários:

  1. Esse artigo vai ser muito útil meu professor de filosofia é totalmente socialista feminista e gayzista toda aula agente discute

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    1. Continue visitando o blog para conhecer de diversos assuntos. Não podemos perder um debate sequer para esses idiotas.

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