O homem é um ser social; vivemos em sociedade e em grupos menores com os quais nos identificamos. Que é próprio de nossa natureza, não há dúvidas. Porém, quais implicações e consequências isso pode acarretar?
Perda da individualidade. Como isso é comum, principalmente nos tempos atuais. Toda nossa essência dissolve-se em mares confusos dos grupos sociais. Negamos a nossa consciência, mentimos para nós mesmos, para quê? Para nos mantermos integrados aos grupos e mantê-lo coeso. O medo da solidão é o pior medo de todos, pois perdemos-nos nele.
Um teste interessante para fazermos e verificarmos o nível de nossa perca de consciência é: imagine que a PF prendesse o deputado Jair Messias Bolsonaro. Não há dúvida que ele cometeu um crime e sobram provas. Qual sua reação diante disso? Espero que vocês não se identifiquem com alguns Petistas diante do condução coercitiva do Lula.
Com essa negação de consciência, é impossível fazermos análises políticas atuais e passadas coerentes. Como vamos entender Karl Marx, Lula, Gramsci, Lenin, Hitler, tutti quanti se os estudarmos com aversão e indisposição por conta de toda uma gama de conceitos formados acerca deles? Como entenderemos a sua cabeça? Fica inviável.
Nós, conservadores, somos as pessoas que precisamos enxergar as coisas como elas são. Não fazemos parte de nenhum grande movimento político, no qual é preciso negar nossa essência. Fiquemos juntos, porém, separados! A unidade grupal de consciência deixaremos para, após debater incansavelmente, escolhermos nossos candidatos, já que política se trata de poder real, na qual a unidade e a estratégia são fundamentais.
Por fim, deixo uma frase de Karl Marx, que nega tudo isso que falei. Claro, por motivos óbvios.
"Não é a consciência do homem que lhe determina o ser, mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência."
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